quinta-feira, 12 de julho de 2012

Estádios Brasileiros: Parte II – Independencia


Estádios Brasileiros: Parte II – Independencia









Descrição: O Estádio Raimundo Sampaio, mais conhecido como Independência, fica no bairro do Horto, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil e foi inaugurado em 1950 para a Copa do Mundo de futebol realizada no Brasil. Pertencia ao licenciado Sete de Setembro Futebol Clube, razão pela qual o estádio é chamado de Independência. Atualmente é propriedade do América Futebol Clube, que manda os seus jogos neste estádio. O nome original é uma homenagem a um ex-presidente do Sete de Setembro. A Arena Independência, é o estádio mineiro mais parecido com a mística La Bombonera.
Caracteristicas:
Inaugurado 25/6/ 1950. Reformado e reinaugurado em 25/4/2012
Capacidade: após a reforma 23.000
Atributos:
Localização e transporte: fica localizado no meio de um bairro residencial de Belo Horizonte, entre ruas com varias casas. Dificil acesso, não possui um parque de estacionamento. As pessoas param em garagens de casa (estacionamentos improvisados) ou pelas ruas. Uma linha de ônibus que serve ao bairro leva perto do estádio mas nem o próprio cobrador sabia dizer o melhor ponto para desembarcar. Fica longe do metro. Ruinhas estreitas. Dificil imaginar como abrigara um jogo Cruzeiro x  Atletico Mineiro.
Conforto: não tive oportunidade de conhecer todo o estádio. Aparentemente as cadeiras são iguais (plástico verde), pouco o confortáveis. A parte superior da arquibancada é construída de uma forma mais vertical, para ficar como um caldeirão. Mas fica muito “em pé”, cheia de alambrados e cercas e escadas, o que dificulta a visualização. Voce é  obrigado a assistir ao jogo em pé.Havia uma TV local fazendo reportagem sobre o estado do estádio que, apesar de novo, esta muito sujo. Pó, muito pó.

Alimentação: fora da arquibancada, uma lanchonete que servia salgados ( tipo esfiha, coxinha,etc) sanduiches, refrigerante, agua. Nenhum ambulante  pela arquibancada.Fora do estádio, toda garagem, se transforma em “barzinho”, 1 ou 2 mesinhas pra fora e muita cerveja.
O mais interessante é o intuito do caldeirão. Não tive, ainda, a oportunidade de conhecer “La Bombonera”, mas , se a intenção era esta, objetivo conseguido. Quando a torcida da casa grita, fica ensurdecedor.
Nota final;  7,0.

Nenhum comentário:

Postar um comentário